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terça-feira, 10 de maio de 2022

Conheça as áreas da Fonoaudiologia que eu atendo

 


Seja bem-vindo(a)!

Entre em contato e agende sua consulta para avaliação, diagnóstico, aprimoramento e/ou reabilitação nas áreas de:

-VOZ (voz falada e cantada; condicionamento vocal, oratória, dicção, disfonia, disodia, desafinação vocal)
-FLUÊNCIA (transtornos da fluência: gagueira, taquilalia)
-LINGUAGEM (transtornos específicos de aprendizagem, dificuldades de aprendizagem, atraso de linguagem, estimulação precoce, troca e/ou omissões de sons da fala, Síndrome de Down)
-AUDIOLOGIA (reabilitação dos transtornos do processamento auditivo central)
-MOTRICIDADE OROFACIAL (ceceio anterior e lateral, fonoterapia associada ao tratamento ortodôntico, disfunção temporo mandibular DTM, fonoterapia associada ao tratamento de ronco e apneia do sono, paralisia facial).

Recursos terapêuticos associados à prática fonoaudiológica:⠀
➡️ Laserterapia⠀
➡️ Eletroestimulação neuromuscular⠀
➡️ Bandagem terapêutica⠀
➡️Ultrassom terapêutico⠀
➡️Dermatoglifia⠀

Além do atendimento fonoaudiológico clínico, você pode contar comigo para:
-Supervisões de casos clínicos;
-Oficinas e palestras em instituições de ensino, igrejas e empresas;
-Lives;
-Mentorias para profissionais da educação na área da Fonoaudiologia Educacional;
-Atendimento in-loco a profissionais da voz em estúdio de gravação, eventos e lives.

Os atendimentos são realizados nas modalidades on-line e presencial (Brasília - DF).

Caso você queira mais informações sobre meu currículo e carreira musical, acesse no meu Blog a aba "Sobre Danielle Gregório".

Quer receber diariamente minhas postagens? Acesse meu Instragram @fonodaniellegregorio


segunda-feira, 9 de maio de 2022

Dicas infalíveis para uma apresentação de sucesso

 


O profissional que utiliza uma comunicação eficaz é cada vez mais valorizado no mercado de trabalho. ⠀

Ter uma comunicação assertiva auxilia no clareamento das relações comunicativas, evitando “ruídos” nesse processo.⠀

Quer aprimorar a sua comunicação e torná-la eficaz?⠀

O Fonoaudiólogo pode lhe ajudar!

Após a avaliação minuciosa do indivíduo, o fonoaudiólogo desenvolverá um programa de condicionamento vocal personalizado e de comunicação assertiva, que visa:⠀

👉uma comunicação clara, precisa, garantindo a compreensão pelo interlocutor,⠀
👉desenvolvimento da plasticidade vocal (estratégias e recursos prescritos de acordo com as necessidades específicas do profissional da voz),⠀ ⠀
👉manutenção da qualidade vocal,⠀ ⠀
👉aumento do rendimento do vocal,⠀
👉redução da fadiga,⠀
👉redução dos ricos de alterações na voz.⠀

➡️particular e planos de saúde ➡️⠀

Recursos terapêuticos associados à prática fonoaudiológica:⠀
❇️dermatoglifia,⠀
❇️laserterapia,⠀
❇️eletroestimulação,⠀
❇️ultrassom terapêutico,⠀
❇️bandagem elástica funcional. ⠀


📲(61)99660-4202
👩🏼‍⚕️Fga. Danielle Gregório - CRFa 5: 13.000-1
Especialista em Voz pelo CFFa
🌐www.daniellegregorio.blogspot.com.br
📍Atendimento presencial em Brasília
💻Atendimento on-line
Instagram: @fonodaniellegregorio

#fonodaniellegregorio

Quem é o Fonoaudiólogo?



   De acordo com a Lei 6965/1981, a Fonoaudiologia consiste na ciência que tem, por objeto, o estudo da comunicação e seus distúrbios. Para tanto, focaliza os processos e aspectos participantes das ações do organismo em ambiente que requeira a comunicação, quais sejam, a linguagem oral e escrita, a articulação dos sons da fala, a voz, a fluência da fala e a audição, e funções responsáveis pela deglutição, mastigação, sucção, respiração e fala.

   O fonoaudiólogo é um profissional da Saúde, de atuação autônoma e independente, que exerce suas funções nos setores público e privado. É responsável por promoção da saúde, avaliação e diagnóstico, orientação, terapia (habilitação/reabilitação), monitoramento e aperfeiçoamento de aspectos fonoaudiólogicos envolvidos na função auditiva periférica e central, na função vestibular, na linguagem oral e escrita, na articulação da fala, na voz, na fluência, no sistema miofuncional orofacial e cervical e na deglutição. Exerce também atividades de ensino, pesquisa e administrativas.

   Áreas de atuação do fonoaudiólogo: Unidades básicas de saúde, Ambulatórios de especialidades, Hospitais e maternidades, Consultórios, Clínicas, Home care, Domicílios, Asilos e casas de saúde, Creches e berçários, Escolas regulares e especiais, Instituições de ensino superior, Empresas Meios de comunicação, Associações, ONGs, Veículos de comunicação (rádio e tv). 

   A Fonoaudiologia apresenta 14 especialidades, que são reconhecidas pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), a saber: Audiologia, Linguagem, Voz, Motricidade orofacial, Fluência, Saúde coletiva, Disfagia, Fonoaudiologia educacional, Fonoaudiologia neurofuncional, Fonoaudiologia no trabalho, Gerontologia, Neuropsicologia, Fonoaudiologia hospitalar e Perícia fonoaudiológica.

   A primeira referência formal da profissão do fonoaudiólogo data de 1900, quando a Hungria reconheceu a profissão e criou a primeira faculdade de fonoaudiologia do mundo. No Brasil, a primeira menção foi no período do Império, no ano de 1854.

   Somente em 09 de dezembro de 1981, houve a regulamentação da profissão do fonoaudiólogo, quando a Lei de nº 6965/1981 foi sancionada pelo então presidente, João Figueiredo.


Fonte de consulta: Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa; Conselho Regional de Fonoaudiologia 2a. região - CREFONO2

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Brasília - DF e teleatendimento

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

READEQUAÇÃO VOCAL DA PESSOA TRANSGÊNERO

 

A voz é um cartão de visitas sonoro, no qual o indivíduo imprime o selo de sua personalidade, seu humor, sua profissão e idade, sua vida e até mesmo seus antecedentes (JUNG, 1999; BLOCH, 1979). Ela exerce grande importância na comunicação oral. A voz conecta o “eu interior” com o “eu exterior”.

Para a pessoa transgênero, a voz é mais um aspecto a ser modificado e adaptado ao gênero (DRUMOND, s.d.). A voz deve soar condizente com a demanda do indivíduo; respeitando sempre os limites fisiológicos e anatômicos do trato vocal.

Durante o processo de construção da nova identidade vocal da pessoa transgênero, a fonoterapia tem sido uma grande aliada desse público para a readequação da comunicação oral como um todo, proporcionando confiança na sua expressão de gênero nas interações e meios sociais  (LOPES, DORFMAN & DORNELAS; 2019).

Por isso, ressalta-se a importância da participação do fonoaudiólogo na equipe multidisciplinar durante o processo transexualizador. O fonoaudiólogo utiliza técnicas vocais e recursos terapêuticos não invasivos que facilitam o processo de readequação vocal da pessoa transgênero, proporcionando um equilíbrio entre corpo-mente-voz (LOPES, DORFMAN & DORNELAS, 2019).

Dentre os diversos aspectos a serem trabalhados durante a fonoterapia, destacam-se:

-orientações sobre saúde e bem-estar vocal;

-técnicas de respiração e de coordenação fonorrespiratória;

-adequação da intensidade, timbre e frequência vocal;

-técnicas de flexibilidade vocal e entonação;

-exercícios articulatórios e de velocidade de fala;

-comunicação não-verbal;

-comunicação assertiva;

-redução de sintomas vocais, como: fadiga, rouquidão e instabilidade vocal.

 

Recursos terapêuticos associados à prática fonoaudiológica:

-laserterapia (fotobiomodulação);

-ultrassom terapêutico;

-eletroestimulação neuromuscular;

-dermatoglifia;

-bandagem elástica funcional.

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Fga. Danielle Gregório CRFa 5: 13.000-1

-Especialista em Voz pelo CFFa

-Bacharel em Música com habilitação em Canto erudito – UFRJ

-Pós-graduada em Coach vocal - CEV

-Pós-graduada em Fonoaudiologia e expressividade

 

Agendamentos de consulta presencial (Brasília) ou on-line  Whatsapp:(61) 99660-4202

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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

DISORTOGRAFIA


DISORTOGRAFIA




A disortografia é a dificuldade de fazer uma associação entre os fonemas (som das letras) e os grafemas (escrita das letras). É muito comum vermos alunos, em fase de aquisição de escrita, apresentarem confusões entre o uso da letra F ou da letra V para escrever a palavra /faca/, mas a partir do segundo ano de escolarização, já é esperado que a criança possa perceber as diferenças sonoras entre as letras e assimilar seu conhecimento. Quando essa dificuldade persiste nas primeiras séries do Ensino Fundamental, podemos dizer que a criança apresenta uma disortografia.
Disortografia é um transtorno específico de escrita, caracterizado pela dificuldade de uso e compreensão das regras ortográficas, causando erros nas escritas das palavras.
A principal característica de um aluno com disortografia é a confusão entre letras, sílabas e palavras na escrita. Essa dificuldade pode ou não estar associada a trocas na fala (transtornos fonológicos) desses mesmos fonemas.
Indivíduos com disortografia apresentam, na maioria das vezes:
·        Trocas de letras dos pares mínimos, como faca/vaca, chinelo/jinelo, porta/borta, dente/tente;
·        Adições de sílabas, como ventilador/ventitilador;
·        Omissões de letras, como cadeira/cadera, branco/banco;
·        Contaminação de sílabas, como pipoca/picoca.

Sugerimos, a seguir, algumas atitudes que o professor deve ter em sala de aula:
·        Não enfoque somente as dificuldades da criança;
·        Elogie quando o aluno realizar atividades com sucesso;
·        Estimule a memória visual de seus alunos com cartazes de letras e números espalhados pela sala de aula, mas cuidado com a poluição visual;
·        Não peça para a criança repetir as palavras que escreve errado por 20 ou 30 vezes, essa atitude de nada adianta e só faz com que o aluno fique mais desinteressado e sua autoestima diminua;
·        Desenvolva jogos e brincadeiras, pois podem diminuir essa dificuldade.

Caso uma criança apresente indícios de que pode ter disortografia, ela deverá ser encaminhada para uma avaliação rigorosa, que deve ser feita por um fonoaudiólogo ou um fonoaudiólogo educacional.



·       ONDE ENCONTRAR ATENDIMENTO FONOAUDIOLÓGICO PARA DISORTOGRAFIA:
* DISTRITO FEDERAL – BRASÍLIA – ÁGUAS CLARAS
Fga. Danielle Gregório – CRFa 5: 13000

Você pode agendar sua consulta pelo telefone:



                     (61)99660-4202 
                 Particular e planos de saúde

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FONTES:
HONORA, M. FRIZANCO, M. Dificuldades na aquisição da língua portuguesa escrita no ensino fundamental. São Paulo: Ciranda Cultural, 2012.

CAPELLINI, S. CESAR, A. Como identificar o risco para os transtornos específicos de aprendizagem. São Paulo: LIDA/UNESP.