quinta-feira, 6 de setembro de 2018

PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL - TIRE SUAS DÚVIDAS!


PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL






·         O QUE É O PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL (PAC)?

O processamento auditivo central (PAC) é a capacidade que temos de realizar uma série de operações mentais quando recebemos um estímulo pelo sentido da audição, que vai depender da sua capacidade biológica inata e das experiências no ambiente acústico. Esse processo não acontece imediatamente no nosso nascimento. É como se tivéssemos que aprender a ouvir e essa maturação estivesse relativamente pronta, se não tivermos nenhuma alteração, por volta dos 12 ou 13 anos. Ou seja, demoramos muito tempo para aprender a ouvir.
Podemos conceituar o PAC como a eficiência e efetividade que o sistema nervoso central utiliza a informação auditiva captada pelo sistema auditivo periférico (ASHA, 2005; ZALCMAN, 2019).

·         O QUE É O TRANSTORNO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL (TPAC)?

O transtorno do processamento auditivo central (TPAC) acontece quando ocorre uma falha na interpretação das informações auditivas, que pode, na grande maioria das vezes, causar nas crianças dificuldade na habilidade de leitura, dificuldade na habilidade de fala, dificuldade de compreensão e comunicação, ansiedade, baixa autoestima e dificuldades de aprendizagem.

·         QUAIS AS CARACTERÍSTICAS QUE O UM INDIVÍDUO COM TPAC PODE APRESENTAR?

Para saber se alguém apresenta dificuldades com o processamento da informação auditiva, observe se a pessoa apresenta algumas das seguintes características:

• Dificuldade de atenção
• A criança fala muitas vezes a palavra “hein” ou aparenta não ouvir o que foi falado
• Agitação excessiva
• Dificuldade de escutar em ambiente ruidoso (ex.: dificuldades para ouvir quando está em grupo)
• Parece que às vezes escuta, às vezes não
• Parece ligada a todos os sons do ambiente ( à caneta que cai, ao carro que buzina na rua, ao tic-tac do relógio, etc.)
• É esquecida
• Apresenta desorganização
• Dificuldade em entender ordens e regras
• Confunde-se ao contar um fato ou história
• Dificuldade em se expressar
• Comete muitos erros gramaticais
• Apresenta dificuldade em momentos em que o canal auditivo esteja sempre sendo usado (ex.: um ditado ou ouvir uma história)
• Apresenta muita diferença no seu desempenho quando há atividades que envolvem habilidades verbais e atividades que não envolvem habilidades verbais
• Dificuldade em entender palavras com duplo sentido
• Não entende bem as piadas
• Não consegue entender bem o que lê
• Inverte letras ao escrever (b, d, p, q) ou troca letras com sons parecidos (p / b, t/d, f/v, m/n, etc)
• Letra feia (disgrafia)
• Apresenta coordenação motora prejudicada
• Alteração de alguns sons da fala, principalmente R e L
• Alterações de fala e linguagem
• Baixo rendimento escolar

·         A QUEM DEVO PROCURAR, CASO HAJA SUSPEITA DE TRANSTORNO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL (TPAC)?

Caso a pessoa apresente algumas das queixas a seguir, é prudente encaminhá-la para um otorrinolaringologista e/ou um fonoaudiólogo especializado nesta área, para que se providencie, além de uma avaliação das manifestações apresentadas, uma audiometria (exame de audição, que geralmente tem resultado normal nestes casos) e um exame específico das habilidades auditivas (avaliação do processamento auditivo central).

Descobrindo-se quais as habilidades comprometidas, é possível ajudar a desenvolvê-las ou a compensar as dificuldades que elas causam. O fonoaudiólogo pode oferecer uma terapia que incentivará a forma correta do sistema nervoso processar as informações que recebe. Ou seja, deve-se estimular o “caminho” a ser percorrido. Quanto mais frequente e diversificada a estimulação, maior será o reforço do processamento correto. Com o tempo, este “caminho” de informações pelo sistema nervoso tenderá a se formatar e estabilizar, aumentando as habilidades e competências auditivas, com direta repercussão na eficiência da aprendizagem e da comunicação.
O fonoaudiólogo é profissional da área da saúde, habilitado por Lei para avaliar, orientar, diagnosticar e reabilitar o indivíduo com transtornos do processamento auditivo central (TPAC).

A reabilitação do TPAC ocorre através do Treinamento Auditivo Acusticamente Controlado (TAAC).
O TAAC consiste numa série de tarefas acústicas programadas para estimular o sistema auditivo, de forma que ocorram mudanças positivas no comportamento auditivo do indivíduo (MUSIEK, 1998; ZALCMAN, 2019).
O objetivo do TAAC é a melhora das habilidades auditivas que estão alteradas, através de mudanças morfofisiológicas nas vias auditivas do sistema nervoso central (ZALCMAN, 2019).

·         ONDE POSSO ENCONTRAR ATENDIMENTO FONOAUDIOLÓGICO PARA OS TRANSTORNOS DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL (TPAC)?
Você pode encontrar atendimento em BRASÍLIA – DF:
Fonoaudióloga Danielle Gregório – CRFa 5: 13000


                              Você pode agendar sua consulta pelo telefone:
(61)99660-4202

Particular e planos de saúde



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Fontes:
Gielow, I. Escutação: treino auditivo para a vida. São Paulo.
Honora, M., Frizanco, M. Dificuldades na audição. São Paulo, 2012.


terça-feira, 28 de agosto de 2018

DERMATOGLIFIA E FONOAUDIOLOGIA: benefícios da Dermatoglifia para o condicionamento muscular de músicos instrumentistas


1.    QUAL A CONTRIBUIÇÃO DA DERMATOGLIFIA PARA A FONOAUDIOLOGIA?

·       Fornecer através da impressão digital o “manual genético” do músico instrumentistas, ou seja, oferece as informações reais sobre o potencial genético de desenvolvimento fetal de cada pessoa;
·      As características genéticas e de desenvolvimento fetal observadas nas impressões digitais, determinam o potencial muscular do indivíduo (velocidade, resistência, força e coordenação motora);
·       Além de conhecer as qualidades potencializadas, o fonoaudiólogo pode aprimorar também o que não está potencializado;
·       Auxilia na prescrição de técnicas e abordagens fonoaudiológicas de forma precisa, com base nos achados dermatoglíficos;
·       Utilização de condicionamento muscular personalizado, de acordo com os achados dermatoglíficos do músico instrumentistas.

O O treinamento muscular personalizado com base nos achados dermatoglíficos permite ao músico um melhor rendimento  em sua performance, redução do esforço, da fadiga muscular e sobrecarga muscular e a prevenção de lesões.



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Fontes:
COELHO, C. M. Dermatoglifia: possibilidades de uso na Fonoaudiologia, 2018.
Revista Comunicar nº 73: Dermatoglifia – medidores nas pontas dos dedos, 2017.
COELHO, C. M; FILHO, J. F; CAMARGO, Z. Dermatoglifia e qualidade vocal, 2016.

DERMATOGLIFIA E FONOAUDIOLOGIA: benefícios da Dermatoglifia para o condicionamento vocal de cantores

QUAL A CONTRIBUIÇÃO DA DERMATOGLIFIA PARA A FONOAUDIOLOGIA?





·       Fornecer através da impressão digital o “manual genético” do profissional da voz (cantores, atores, locutores, advogados, palestrantes, líderes religiosos, dubladores, etc.), ou seja, oferece as informações reais sobre o potencial genético de desenvolvimento fetal de cada pessoa;
·       As características genéticas e de desenvolvimento fetal observadas nas impressões digitais, determinam o potencial muscular do indivíduo (velocidade, resistência, força e coordenação motora);
·       Além de conhecer as qualidades potencializadas, o fonoaudiólogo pode aprimorar também o que não está potencializado;
·       Auxilia na prescrição de técnicas e abordagens fonoaudiológicas de forma precisa, com base nos achados dermatoglíficos;
·       Utilização de condicionamento muscular personalizado, de acordo com os achados dermatoglíficos do profissional da voz.
·       O treinamento vocal personalizado com base nos achados dermatoglíficos permite ao profissional da voz um melhor rendimento vocal em sua performance, redução do esforço, da fadiga vocal e sobrecarga muscular e a prevenção de lesões.


1.    RELEVÂNCIA DA DERMATOGLIFIA PARA A FONOAUDIOLOGIA?

A Dermatoglifia parece representar uma ferramenta com potencial contribuição à Fonoaudiologia e, especialmente, à especialidade de voz. Aliada à avaliação perceptiva da qualidade vocal e outros métodos fonoaudiológicos de avaliação vocal, pode colaborar para a eleição de técnicas vocais personalizadas de acordo com os achados colhidos. A partir do momento em que o fonoaudiólogo identifica a habilidade muscular do seu paciente, pode, potencialmente, eleger estratégias vocais específicas para aquele indivíduo, tornando a fonoterapia mais eficaz.

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1.    
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Fontes:
COELHO, C. M. Dermatoglifia: possibilidades de uso na Fonoaudiologia, 2018.
Revista Comunicar nº 73: Dermatoglifia – medidores nas pontas dos dedos, 2017.
COELHO, C. M; FILHO, J. F; CAMARGO, Z. Dermatoglifia e qualidade vocal, 2016.